sexta-feira, 9 de março de 2012

Copos.

    E admito a  mim que as vezes não me reconheço... Essas raivas profundas de algumas coisas, que sou incapaz de compartilhar,d e dividir. mesmo com vontade de fazer diferente, esse nó na garganta. pode sumir hoje?  Um copo de "não eu", por favor.

    Um copo do que não sou, calada, para que eu não diga o que não devo. Um copo do que não posso fazer, fechar os olhos, para que eu não veja algumas coisas. Um copo de deficiência, auditiva, para não ouvir algumas palavras. um copo de tudo isso junto, para minorar o touro q existe dentro de mim.

Grito preso na garganta, vontade de saltar. Pq estou assim? Eu não sei ou não quero saber. Deveria estar tudo bem, mas as amarras estão voltando, amarrada em mim. Medo disso, de novo, de não saber quem sou outra vez.

quinta-feira, 1 de março de 2012

èlas noites aleatórias...

E eu não preciso das frases feitas de outros, embora elas possam dizer o que sinto. Nem dos poemas alheios, embora possam confessar os meus amores... Nem das letras de música, que podem soar nos ouvidos daquele que quero. Preciso apenas de meu coração, lotado de incertezas, ânsias e dúvidas... E de um bem querer imenso, sem fim, um algo puro e estranho, que há tempos não habitava em mim. E, com meu coração em borboleta, vou me fazendo feliz a cada dia, por conta de um sorriso, uma lágrima ou uma piscadela traquina. E as frases, poemas e músicas, que ainda me acompanham, tornam-se coadjuvantes do pulsar de um pequeno coração vermelho, que reaprendeu a ser "uno" sem precisar ser só.
 
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